UK's Gay Time's: promovendo o "estilo de vida gay" para homens heteros.
Veja mais em http://www.gaytimes.co.uk/.
Anything she can do...
Fonte: Ads Of The World
Acontecem todos os dias, dentro ou fora da web
UK's Gay Time's: promovendo o "estilo de vida gay" para homens heteros.
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Anything she can do...
Para fechar a semana em grande estilo, cheguei de viagem às 6h30 da manhã, consegui dormir até umas 11h, para depois começar o ritual de madrinha de um casamento ortodoxo grego.
Deu tudo certo, a Igreja Católica Apostólica Ortodoxa, para quem não sabe, separou-se da Igreja Católica Romana ainda no século XI, ou seja, quase mil anos. As doutrinas são semelhantes, a principal diferença está no fato de desconsiderar o papa como líder da igreja, e ainda preservam o uso de roupas litúrgicas em seus cultos.
Claro que a cerimônia começou atrasada, muito já se adaptou ao "jeitinho" brasileiro. Nós, padrinhos, jogamos amêndoas nos noivos enquanto circulavam em sentido anti-horário a mesa onde estava o livro do evangelho, ritual que representa a chamada dança de Isaías.
Outra curiosidade: para os ortodoxos, a aliança no dedo anular da mão direita representa o casamento e na mão esquerda o noivado. Mas, por convenção ao que é costume no Brasil, as alianças de casados podem ser usadas na mão esquerda.
O ritual do casamento ortodoxo grego realmente é muito bonito e, na festa, tivemos a surpresa da apresentação de um grupo de dança grega, uma homenagem dos noivos ao pai da noiva, que é grego, e está comemorando 50 anos no Brasil. Outro detalhe: o pai da noiva, grego, casou-se com uma pernambucana, e vivem felizes e muitos sorridentes até hoje. Olha a mistura...
Por fim, quebraram pratos, em sinal de comemoração, e dançamos todos a dança grega para celebrar junto com os noivos e suas famílias.
Uma experiência realmente única, e a felicidade dos noivos foi o que mais nos emocionou, pois ambos são exemplos de vida, transplantados, verdadeiros exemplos de amor.
Felicidade eterna aos noivos! E pra todos nós!
Mais um dia com o pé na estrada! Três cidades diferentes, cinco clientes - informação não vai faltar.
Cidades novas pra mim, preciso saber de tudo, sei lá, acho até que pergunto demais. Mas sempre quero saber sobre quantidade de habitantes, atividade econômica, distribuição de renda... Mas ainda tem aquele lado turista que me afeta de vez em quando.
Já na primeira cidade me empolguei com um museu japonês. Fui atrás, encontrei o lugar. O museu, pra variar, abre de quarta a domingo, das 13h às 18h, ou seja, hoje é quarta, mas adivinhem só se já havia passado das 13h? Estava fechado. Mas, tudo bem, a paisagem é linda, tem uma espécie de "caseiro japonês" que cuida de tudo por lá.
Prato cheio pra mim, fotos de monumentos, homenagens a diversos aniversários da imigração japonesa no Brasil. Placa de 80 anos da imigração, de 90 anos... até que cheguei na de 100 anos, que foi em 2008. E eu fotografando todas as placas, informações históricas, me empolgo fácil com essas coisas. Até que então, eu vi, mais uma vez em menos de dois dias: